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Currículo e cartas de apresentação
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Modelo de curriculo: 6 tipos comparados para 2026

Não existe um modelo de curriculo oficial no Brasil. Existem estruturas diferentes: cronológico, funcional, misto, por projetos, acadêmico e simples de uma página. A melhor escolha depende da sua experiência, da área e de como a empresa recebe currículos. Para a maioria das vagas, o cronológico...

Por Publicado em: 24 de outubro de 2026

Pontos principais

  • Quem pesquisa modelos de curriculo encontra centenas de arquivos com cores, colunas e ícones diferentes.
  • Fonte: orientação editorial da Dev Global Jobs, com base na prática de seleção.
  • O cronológico inverso lista as experiências da mais recente para a mais antiga.
  • O funcional agrupa o que você sabe fazer em blocos, como "atendimento", "organização" ou "vendas", cada um com exemplos.
  • Começa com um resumo e uma lista curta de competências e depois traz as experiências em ordem cronológica inversa, com datas.

Não existe um modelo de curriculo oficial no Brasil. Existem estruturas diferentes: cronológico, funcional, misto, por projetos, acadêmico e simples de uma página. A melhor escolha depende da sua experiência, da área e de como a empresa recebe currículos. Para a maioria das vagas, o cronológico em ordem inversa funciona melhor.

Pontos principais

  • Não há um formato de currículo obrigatório por lei para vagas em empresas privadas no Brasil. Fonte: orientação editorial da Dev Global Jobs.
  • O Currículo Lattes, lançado em 1999, é o padrão nacional para registrar a trajetória de estudantes e pesquisadores. Fonte: CNPq.
  • A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, padroniza o nome e o código das ocupações. Fonte: MTE.
  • De janeiro a agosto de 2026, o Brasil abriu 1.134.033 empregos formais, segundo o Novo Caged. Fonte: MTE, setembro de 2026.
  • A taxa de desocupação ficou em 5,4% no segundo trimestre de 2026. Fonte: IBGE, PNAD Contínua.

Por que existem tantos modelos de curriculo

Quem pesquisa modelos de curriculo encontra centenas de arquivos com cores, colunas e ícones diferentes. A aparência muda muito, mas a estrutura por trás quase sempre se encaixa em poucos tipos. É a estrutura que decide o que o recrutador lê primeiro, e isso pesa mais do que a cor do título.

Neste guia, "modelo" quer dizer a forma de organizar as informações. Você vai ver seis tipos, quando cada um ajuda, quando atrapalha e um esqueleto ilustrativo de cada. O formato do arquivo (Word, PDF) é outra decisão, tratada mais adiante.

Uma regra vale para todos: o currículo serve para conseguir a entrevista. Ele não precisa contar sua vida inteira. Precisa mostrar, em poucos segundos de leitura, que você combina com a vaga.

Mão escrevendo em uma folha sobre a mesa, ao lado de envelopes e um tablet
Imagem de andrewlloydgordon por Pixabay

Os seis tipos de modelo de curriculo, lado a lado

TipoO que vem primeiroMelhor paraCuidado com
Cronológico inversoExperiências, da mais recente para a mais antigaQuem tem histórico contínuo na mesma áreaLacunas longas ficam visíveis
Funcional (por competências)Grupos de habilidades com exemplosQuem volta ao mercado ou muda de áreaAlguns recrutadores desconfiam da falta de datas
Misto (combinado)Resumo e competências, depois experiências com datasQuem tem experiência variadaPode ficar longo
Por projetosProjetos e resultadosFreelancers, tecnologia, comunicação, construçãoPrecisa de datas e do seu papel em cada projeto
Acadêmico (Lattes)Formação, pesquisa e produçãoPós-graduação, bolsas, docência, pesquisaLongo demais para vagas comuns em empresas
Simples de uma páginaContato, objetivo, experiência e formaçãoPrimeiro emprego, vagas operacionais, varejoPouco espaço para detalhar resultados

Fonte: orientação editorial da Dev Global Jobs, com base na prática de seleção. Não é uma classificação oficial.

Modelo cronológico inverso: o padrão mais seguro

O cronológico inverso lista as experiências da mais recente para a mais antiga. É o tipo que recrutadores mais esperam encontrar, porque permite ver em segundos onde você trabalhou, por quanto tempo e em qual cargo.

Use quando você tem uma trajetória contínua, mesmo que curta, na área da vaga. Um operador de caixa que virou fiscal de loja, um auxiliar administrativo que passou a assistente, uma técnica de enfermagem com dois empregos seguidos: todos ficam bem nesse formato.

Esqueleto ilustrativo:

  • Nome, cidade e estado, telefone com DDD, e-mail
  • Objetivo: cargo pretendido
  • Resumo: duas a três linhas com o que você faz melhor
  • Experiência: cargo, empresa, mês e ano de entrada e saída, três a cinco atividades com resultado
  • Formação: escolaridade, curso, instituição e ano
  • Cursos e habilidades ligadas à vaga

O ponto fraco aparece quando há lacunas longas entre empregos. Nesse caso, não esconda a data. Uma linha curta resolve: "2024 a 2025: cuidado de familiar" ou "2025: curso técnico em logística". Uma lacuna explicada em uma linha costuma passar mais confiança do que uma data escondida.

Modelo funcional: quando as habilidades contam mais que as datas

O funcional agrupa o que você sabe fazer em blocos, como "atendimento", "organização" ou "vendas", cada um com exemplos. As experiências aparecem depois, de forma resumida.

Ele ajuda quem ficou tempo fora do mercado, quem quer mudar de área ou quem teve muitos trabalhos informais curtos. Uma pessoa que fez faxinas, vendeu cosméticos e cuidou da contabilidade da família pode mostrar "organização financeira" e "atendimento ao cliente" com exemplos reais, sem uma lista confusa de bicos.

Esqueleto ilustrativo:

  • Contato e objetivo
  • Resumo de duas linhas
  • Competência 1: título e dois exemplos com resultado
  • Competência 2: título e dois exemplos com resultado
  • Competência 3: título e dois exemplos com resultado
  • Histórico resumido: atividade, período aproximado
  • Formação e cursos

O risco é parecer que você está escondendo algo. Por isso, mesmo no funcional, inclua o histórico com períodos. Escreva as competências com verbos de ação e números quando existirem. "Atendi cerca de 40 clientes por dia" convence mais do que "boa comunicação".

Modelo misto: o equilíbrio para experiências variadas

O misto junta os dois anteriores. Começa com um resumo e uma lista curta de competências e depois traz as experiências em ordem cronológica inversa, com datas.

É uma boa escolha para quem tem cinco anos ou mais de trabalho em funções diferentes, ou para quem quer destacar uma habilidade que a vaga pede logo no topo. Também funciona para cargos de liderança, em que o recrutador quer ver resultados antes de ler a lista de empregos.

O cuidado aqui é o tamanho. O misto tende a crescer para três páginas. Limite as competências a quatro ou cinco e corte atividades repetidas entre empregos. Duas páginas costumam bastar mesmo para quem tem muita experiência.

Modelo por projetos: para quem trabalha por entrega

Algumas profissões são feitas de projetos, não de empregos fixos. Desenvolvedores, designers, redatores, eletricistas autônomos, mestres de obras e produtores de eventos muitas vezes têm mais a mostrar em entregas do que em cargos.

No modelo por projetos, cada bloco traz o nome do projeto, o período, o seu papel, o que foi feito e o resultado. Um link para portfólio pode entrar no cabeçalho, desde que leve a trabalhos que você pode mostrar publicamente.

Esqueleto ilustrativo:

  • Contato, cidade e link de portfólio
  • Resumo: área de atuação e tipo de projeto que você faz
  • Projeto 1: nome genérico (por exemplo, "reforma elétrica de loja de 120 m²"), período, papel, resultado
  • Projeto 2 e 3 no mesmo padrão
  • Experiência formal, se houver
  • Formação, certificações e ferramentas

Nunca use nome de cliente sem autorização. Uma descrição genérica do projeto protege você e o cliente e ainda mostra o tamanho do trabalho.

Modelo acadêmico: o Currículo Lattes

Para bolsas, mestrado, doutorado, docência e pesquisa, o modelo esperado é outro. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) mantém a Plataforma Lattes, que integra bases de currículos, grupos de pesquisa e instituições em um único sistema.

Segundo o CNPq, o Currículo Lattes foi lançado em 1999 e se tornou o padrão nacional no registro da vida pregressa e atual de estudantes e pesquisadores. O CNPq informa que esse formato é adotado pela maioria das instituições de fomento, universidades e institutos de pesquisa do país. O cadastro é feito como serviço público no gov.br.

O Lattes é longo por natureza: inclui artigos, eventos, orientações e projetos. Para uma vaga comum em empresa, não envie o Lattes completo. Faça uma versão de uma ou duas páginas com o que interessa ao cargo e, se fizer sentido, coloque o link do Lattes no cabeçalho.

Modelo simples de uma página

O modelo mais curto é também o mais procurado por quem está começando. Ele traz contato, objetivo, experiência ou atividades, formação e algumas habilidades, tudo em uma página.

Funciona bem para primeiro emprego, varejo, atendimento, logística, serviços gerais e vagas operacionais em geral, em que o recrutador recebe muitos currículos e quer ler rápido. Se esse é o seu caso, temos um guia passo a passo com modelo para copiar sobre o curriculo simples que cabe em uma folha.

O limite é o espaço. Quem tem muitos resultados para mostrar vai sentir falta de linhas. Nesse caso, passe para o cronológico ou para o misto.

Curriculo: modelos por momento de carreira

Escolher pelo momento de carreira costuma ser mais fácil do que escolher pela aparência. A tabela abaixo resume as combinações mais comuns.

Sua situaçãoTipo recomendadoTamanho
Primeiro emprego ou jovem aprendizSimples de uma página1 página
Até 5 anos na mesma áreaCronológico inverso1 a 2 páginas
Mais de 5 anos, funções variadasMisto2 páginas
Volta ao mercado após pausa longaFuncional com histórico resumido1 a 2 páginas
Mudança de áreaFuncional ou misto1 a 2 páginas
Autônomo, freelancer, prestador de serviçoPor projetos1 a 2 páginas
Bolsa, pós-graduação, pesquisaAcadêmico (Lattes) mais versão resumidaConforme o edital
Cargo de liderançaMisto, com resultados no topo2 páginas

Fonte: orientação editorial da Dev Global Jobs. Use como ponto de partida, não como regra.

Tipo de modelo e formato do arquivo: decisões diferentes

Muita gente confunde o tipo de currículo com o formato do arquivo. O tipo é a organização do conteúdo. O formato é o arquivo em que você salva: um documento editável ou um PDF.

Para editar com facilidade, um documento de texto é prático, e explicamos como configurar e salvar no guia de modelo de curriculo word. Para enviar, o PDF costuma ser mais seguro, porque mantém a formatação em qualquer aparelho. Se o anúncio pedir um formato específico, siga o anúncio.

SituaçãoFormato sugeridoMotivo
Você ainda vai editarDocumento editávelFacilita mudanças por vaga
Envio por e-mailPDFMantém o layout
Formulário que pede colar textoTexto simplesEvita símbolos quebrados
Anúncio pede formato específicoO que o anúncio pedirEvita eliminação automática

Fonte: orientação editorial da Dev Global Jobs.

Visual criativo ou modelo limpo

Modelos com duas colunas, barras de nível de habilidade, ícones e fotos chamam atenção na tela. Mas têm dois problemas práticos. Primeiro, sistemas de triagem automática podem ler colunas e caixas de texto na ordem errada. Segundo, barras de habilidade não dizem nada concreto: "80% em atendimento" não significa coisa alguma para quem contrata.

Para vagas de design, publicidade ou moda, um visual mais criativo pode fazer sentido, desde que o conteúdo continue legível. Para as demais, prefira uma coluna, fonte comum, títulos claros e espaço em branco. Isso vale para qualquer um dos seis tipos.

O nome do cargo: use o padrão da CBO

Seja qual for o tipo, o nome do cargo precisa ser claro. A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), mantida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), é o documento que normaliza o reconhecimento, a nomeação e a codificação dos títulos das ocupações no Brasil.

Na prática, isso significa preferir "auxiliar administrativo" a "faz-tudo do escritório", ou "operador de empilhadeira" a "rapaz da empilhadeira". O nome oficial ajuda o recrutador e os sistemas de busca a encontrar você. Se o seu crachá tinha um nome interno criativo, coloque o equivalente da CBO e, se quiser, o nome interno entre parênteses.

O que nenhum modelo deve trazer

Alguns dados não ajudam a conseguir a vaga e ainda expõem você. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD, Lei nº 13.709/2018) define como dado pessoal sensível informações sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato, saúde, vida sexual, dado genético ou biométrico.

A Lei nº 9.029/1995 proíbe práticas discriminatórias para acesso ao emprego por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional ou idade, entre outros. Ela também proíbe exigir atestado de gravidez ou de esterilização.

Por isso, nenhum modelo precisa de CPF, RG, número da carteira de trabalho, religião, estado civil ou foto, salvo quando o anúncio pedir algo específico por motivo ligado à função. Cidade e estado bastam como endereço.

Onde estão as vagas e qual modelo combina

Os números ajudam a escolher o tom do currículo. Segundo o Novo Caged, divulgado pelo MTE em setembro de 2026, o Brasil gerou 165.827 empregos formais em agosto de 2026. No acumulado de janeiro a agosto de 2026, foram 1.134.033 postos.

Em agosto de 2026, serviços lideraram com 110.346 vagas, seguidos por construção (20.848), indústria (16.613), comércio (16.565) e agropecuária (1.452), segundo o MTE.

SetorSaldo em agosto de 2026Tipo de modelo mais comum
Serviços110.346Cronológico ou simples
Construção20.848Por projetos ou cronológico
Indústria16.613Cronológico com cursos técnicos
Comércio16.565Simples de uma página
Agropecuária1.452Simples ou cronológico

Fonte dos saldos: MTE, Novo Caged, setembro de 2026. A coluna de modelo é orientação editorial.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a taxa de desocupação ficou em 5,4% no segundo trimestre de 2026, abaixo dos 6,1% do primeiro trimestre. Em qualquer cenário, quem seleciona costuma ler muitos currículos para a mesma vaga. Um modelo claro facilita essa leitura rápida.

Modelo pronto, adaptado ou feito do zero

Há três caminhos para chegar ao seu currículo. Você pode partir de um arquivo já montado e trocar os dados, adaptar um exemplo da sua área ou montar do zero com uma ferramenta.

Partir de um curriculo pronto economiza tempo, mas exige atenção para não deixar frases genéricas que não são suas. Montar do zero leva mais tempo e dá mais controle. Uma ferramenta guiada fica no meio: você preenche campos e ela organiza a estrutura. No criador de currículo da Dev Global Jobs, você escolhe a estrutura e preenche seção por seção.

Seja qual for o caminho, revise três pontos antes de enviar: o nome do cargo bate com o anúncio, as datas estão corretas e não há dado pessoal desnecessário.

Como testar se o modelo escolhido funciona

Um teste simples ajuda a decidir. Imprima ou abra o currículo e olhe por cinco segundos. Depois feche e responda: qual é o cargo que essa pessoa procura? Qual foi o último emprego? Qual é a principal habilidade?

Se você não conseguir responder às três perguntas, o modelo está escondendo o que importa. Mova o objetivo para o topo, encurte o resumo ou troque o tipo. Peça para outra pessoa fazer o mesmo teste. Ela vai ver o que você já não enxerga.

Outro teste útil é copiar todo o texto do PDF e colar em um bloco de notas. Se a ordem sair embaralhada, um sistema de triagem pode ler do mesmo jeito. Nesse caso, simplifique colunas e caixas.

Erros comuns na escolha do modelo

ErroPor que atrapalhaComo corrigir
Escolher pelo visualColunas e ícones podem confundir a leituraUse uma coluna e títulos claros
Usar funcional sem datasParece que algo está escondidoInclua histórico com períodos
Mandar o Lattes para vaga em empresaLongo e fora do focoFaça uma versão de 1 a 2 páginas
Repetir atividades em todos os empregosOcupa espaço sem mostrar evoluçãoDestaque o que mudou em cada cargo
Manter o mesmo modelo para toda vagaO topo não conversa com o anúncioAjuste objetivo e resumo a cada envio
Deixar o texto de exemplo do arquivoMostra descuidoRevise linha por linha

Fonte: orientação editorial da Dev Global Jobs.

Use o mesmo conteúdo no cadastro do Sine

Depois de escolher o modelo, aproveite o conteúdo no Sistema Nacional de Emprego (Sine). O Sine é um serviço público do governo federal acessado pelo gov.br, em que o trabalhador informa formação e experiências para buscar vagas compatíveis com o perfil.

As mesmas frases do currículo podem ir para o cadastro. Isso mantém as informações iguais em todos os lugares em que um recrutador pode encontrar você.

Vagas ao vivo na Dev Global Jobs

208 vagas abertas no Brasil na Dev Global Jobs, atualizado em 24 de outubro de 2026. Veja as vagas no Brasil e escolha o modelo de currículo pela vaga que mais combina com você. Há também 7.863 vagas remotas.

Perguntas frequentes

Qual é o melhor modelo de curriculo para a maioria das vagas?

O cronológico inverso, com as experiências da mais recente para a mais antiga. É o tipo que recrutadores mais esperam e permite ver cargo, empresa e período em poucos segundos.

Existe modelo de currículo oficial no Brasil?

Para vagas em empresas privadas, não há formato obrigatório por lei. No meio acadêmico, o Currículo Lattes do CNPq é o padrão nacional para estudantes e pesquisadores.

Currículo funcional é mal visto?

Não necessariamente, mas sem datas pode gerar desconfiança. Inclua um histórico resumido com períodos e exemplos concretos em cada competência.

Posso usar o Lattes para vaga em empresa?

Pode citar o link, mas envie uma versão curta de uma ou duas páginas com o que interessa ao cargo. O Lattes completo costuma ser longo demais para seleção em empresas.

Quantas páginas deve ter o currículo?

Uma página para primeiro emprego e vagas operacionais. Até duas páginas para quem tem mais experiência. Mais que isso só em casos específicos, como editais acadêmicos.

Modelo com foto é melhor?

Na maioria das vagas, não. A foto não mostra competência e pode expor você a julgamentos. Coloque apenas se o anúncio pedir por motivo ligado à função.

Fontes

  1. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Plataforma Lattes, accessed 5 Oct 2026
  2. gov.br, Cadastrar-se no Currículo Lattes, accessed 5 Oct 2026
  3. Ministério do Trabalho e Emprego, Classificação Brasileira de Ocupações: informações gerais, accessed 5 Oct 2026
  4. Ministério do Trabalho e Emprego, Novo Caged: emprego formal gera 165,8 mil vagas em agosto e acumula 1,13 milhão de postos no ano, setembro de 2026
  5. IBGE, PNAD Contínua Trimestral: desocupação cai em 13 das 27 UFs no 2º trimestre de 2026, 2026
  6. Planalto, Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 (LGPD), accessed 5 Oct 2026
  7. Planalto, Lei nº 9.029, de 13 de abril de 1995, accessed 5 Oct 2026
  8. gov.br, Buscar emprego no Sistema Nacional de Emprego (Sine), accessed 5 Oct 2026

Escrito pela equipe editorial da Dev Global Jobs. Última revisão: 20 de outubro de 2026.

Fonte: Dev Global Jobs, atualizado em 24 de outubro de 2026

Career Content Editor, Dev Global Jobs

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